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Arquiteto e planejador urbano, André Fort observou ao
longo de sua carreira na área pública, a interferência da
evolução artificial da cidade no meio ambiente. Ao resgatar
materiais perdidos na natureza, desenvolveu um conceito
estético original. A fusão da pedra, do metal e do vidro,
somados à madeira, criaram uma linguagem que respeita
o uso da forma natural.



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Currículo/biografia


ANDRÉ FORT nasceu em Campinas/SP, em 14 de dezembro de 1969, e mora em Curitiba/PR, desde de julho de 1983. Arquiteto e Urbanista, formado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em 1994. Fez um curso de extensão em Análise de Impactos Ambientais pela Universidade Federal do Paraná, pós-graduação em Negócios Imobiliários pela Faculdade Católica de Administração e Economia e Mestrado em Gestão Urbana como bolsista CAPES pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

Trabalhou na Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba – COMEC, por 10 anos, tendo como função analisar e emitir pareceres técnicos para o parcelamento e uso do solo urbano de toda a Região Metropolitana de Curitiba -RMC (25 municípios), entre outras funções como arquiteto e planejador urbano. Posteriormente, foi convidado a ser Diretor de Urbanismo no Município de Pinhais, o qual teve o desligamento após ter sido aprovado no Curso de Mestrado.

Atualmente faz visitas em áreas onde serão implantados loteamentos, rodovias, indústrias ou outros empreendimentos, e observa como a evolução artificial da Cidade interfere no meio ambiente natural. Dentro deste contexto, resgata uma pequena parcela do que é perdido na natureza e desenvolve a linguagem estética do seu conceito.

A extensão universitária em Análise de Impactos Ambientais e o mestrado em Gestão Urbana abriram caminho para André Fort conceber uma opinião concreta sobre o respeito do uso da forma natural, com o que ela representa para o ser humano. Mistura os elementos como pedra, metal e vidro que somados à madeira, conseguida através da antropização, a ação do homem sobre o meio ambiente, e da carga de informações que formam seu conhecimento em arte, contextualiza a linguagem do seu trabalho.

Observar a evolução de uma Cidade é sentir o efeito que isso causa em todo o segmento de representação artística. Para o arquiteto, a Arte Primitiva tem uma forte expressão dentro deste contexto. Em suas obras, transforma o impacto da linguagem não-verbal representada em ruínas de tribos extintas aliado à própria transformação das cidades, em objetos de arte para uso doméstico procurando trazer ao espectador os efeitos contemporâneos de uma Arte Primitiva.

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Referências


                                                                  
(Handprint - Rock Art Symbols, p.107)



Rock Art Symbols:
of the greater southwest
Alex Patterson

Contemporary Aboriginal Art:
a guide to the rebirth of an ancient culture
Susan McCulloch

An illustrated Guide to Maori Art
Terence Barrow

Flute Player Images in Rock Art Kokopelli
Dennis Slifer e James Duffield

Kokopelli: casanova of the Cliff Dwellers
John V. Young

Universo Escultórico Mesoamericano

Ana Ortega

Espaço Cultural Frans Krajcberg


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Dados cronológicos

Convidado, o artista já apresentou suas obras no:

2007

Cidade Rizomática
- Curitiba novembro/2007

Design Center

2005

BRDE - Curitiba

Palácio dos Leões - Espaço Cultural do Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul - 2005

Instituto Vilanova Artigas - Curitiba

Projeto Imagine - 2004 / 2005


2004

Casa Cor 2004
edição Paraná.


2003

Espaço Novo Rebouças – Projeto Refavela


2002

Espaço Solar do Barão – Curitiba Arte Design

Espaço Eultural do Shopping Atlântico,
na cidade de Balneário Camboriu – SC

Espaço Cultural UNIPRAIAS,
na cidade de Balneário Camboriu

Espaço Cultural do Shopping Itajaí,
na cidade de Itajaí – SC


2001


Espaço do Centro de Criatividade
do Parque São Lourenço, na cidade
Curitiba

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